segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A Meta da Vulcão

Algo que gostaria de deixar de reflexão é uma história que ouvi de uma membro que serviu missão em Cabo Verde!
Élder Huert serviu com sua esposa na Ilha de Fogo, onde tem um lindo vulcão que atrai muitos turistas. Sempre há caravanas de pessoas indo vê-lo de perto…na cultura da ilha muitos sobem para escrever o nome de seus familiares e amigos nas crateras do vulcão. O Irmão Huert, junto com muitos missionários, também desejou fazer a trilha num P-Day e escrever os nomes de seus familiares. Havia ali uma dupla de Sísteres que estavam muito entusiasmadas, mas havia um único problema: a Síster M. era muito acima do peso, e tinhas muitas dificuldades para subir. Sua companheira, a Síster F., fez muitas metas com ela, porque acreditava firmemente no potencial de sua companheira. No dia dia da caravana, todos começaram com alegria e ansiedade a subir depois de estarem na metade. O irmão Huert percebeu que a Síster M. estava muito atrás e que a sua companheira andava muito a frente dela. Síster F. não confiou como ela achava em sua companheira. Ela se apressou e andou mais rápido do que a Síster M. O irmão Huert ficou chocado por aquelas duas Sísteres, mas algo que ele paercebeu é que a Síster M. jamais havia desistido de subir. Ela continuava se esforçando.
A Síster F. chegou até o vulcão antes de sua companheira, escreveu seus nomes na cratera do vulcão, e aproveitou a vista. Síster M. chegou muitos minutos atrasada, onde somente pôde olhar o lugar, mas não foi lhe permitido gravar o nome de seus familiares nas crateras….
O irmão Huert disse que Síster M. não havia ficado decepcionada por não escrever algo que havia planejado tanto por varias transferências, mas ficou feliz por persistir.
Minha reflexão é muito objetiva. Quantas pessoas estamos deixando no meio do caminho? Talvez se a Síster F. não tivesse desacreditado, ela poderia ter junto dos nomes de seus familiares os nomes dos familiares de sua companheira também. Talvez sua companheira não teria ficado sozinha, mas ambas haveriam subido juntas! Ambas teriam suas metas realizadas…muitas vezes somos ambiciosos por nossos próprios felicidade e desejos, mas às vezes esquecemos do mais importantes: do amor ao próximo. O casal Huert jamais deixou a Síster M. sozinha.
O Pai Celestial nunca nos deixará sozinhos. Ele será como o casal Huert; nos acompanhará em todo o percurso difícil.

Um comentário: